Vaga PCD no condomínio: estar pintada não significa estar acessível
- Diogo Sales Santana
- 9 de dez. de 2025
- 1 min de leitura
Muitos condomínios acreditam estar em conformidade apenas porque possuem uma vaga PCD demarcada.
Mas sem rota acessível, nivelamento correto, sinalização e dimensões adequadas, a vaga não atende à NBR 9050 — e pode colocar o morador em risco.
É aí que entra o Laudo de Acessibilidade para Vagas PCD, obrigatório para garantir segurança, autonomia e conformidade legal.
O que o laudo avalia?
🔹 Dimensões e área adicional para manobra
🔹 Rota acessível até o bloco, elevador ou área comum
🔹 Inclinação, pavimentação e nivelamento
🔹 Sinalização horizontal e vertical
🔹 Iluminação, piso e condições de circulação
🔹 Localização correta da vaga dentro do condomínio
🔹 Barreiras arquitetônicas e pontos de risco
Problemas mais comuns nos condomínios:
• Vaga distante do bloco do morador
• Acesso com degraus, rampas irregulares ou desníveis
• Rotas estreitas ou obstruídas
• Falta de faixa lateral para cadeira de rodas
• Sinalização incorreta ou inexistente
Essas falhas comprometem autonomia, segurança e acessibilidade — e podem resultar em responsabilidade civil para o condomínio.
Por que contratar o laudo?
✔ Adequação à NBR 9050
✔ Segurança real ao morador PCD
✔ Prevenção de denúncias e passivos
✔ Valorização do patrimônio
✔ Relatório técnico que orienta a solução correta
A EngeFlame-Brasil atua com vistoria técnica, laudo detalhado e recomendações de adequação para garantir que a vaga seja realmente acessível — e não apenas “pintada”.

Acessibilidade é direito — e responsabilidade do condomínio.



















Comentários